O olhar que protege quem mantém o país aceso.
Suas equipes já filmam tudo. O problema nunca foi gravar, foi assistir. O Auditus assiste cena a cena e devolve o veredito de cada jornada.
Análise pós-jornada. Ninguém precisa ficar olhando tela.
Equipe 12 · Subestação Norte
Jornada de 6h42 · 184 cenas analisadas
Exemplo ilustrativo de uma leitura do Mens.
Não é uma promessa nova. Nasceu de uma operação que já rodava, e que audita filmagem de campo todo dia há mais de cinco anos.
eventos de trabalho gravados.
vídeos auditados.
ocorrências tratadas.
O problema
O que faltava não era esforço. Era certeza.
Sua operação treina, capacita e entrega os procedimentos, os EPIs e a orientação. O cuidado existe. O que sempre faltou foi cruzar a distância entre o que se ensina e o que acontece lá no campo, no instante do trabalho, longe de qualquer olhar. As imagens chegam, mas ninguém tem horas para assistir a tudo. E é justamente onde ninguém olha que mora o risco que não avisa.
O campo não para
altura, tensão e improviso acontecem onde nenhum supervisor consegue estar.
As imagens se acumulam
horas de gravação que ninguém tem tempo de revisar viram arquivo morto.
O risco passa despercebido
a não conformidade que ninguém viu hoje é o acidente que ninguém quer amanhã.
O produto por dentro
Toda reunião de segurança faz as mesmas seis perguntas.
Estas são telas reais do Auditus, de uma jornada real. Cada uma responde a uma delas.
O dia inteiro virou o quê?
Dez horas de vídeo viram uma linha, e a linha vira decisão.
Uma jornada de 10h33 lida cena a cena: 2h28 de trabalho efetivo no Sistema Elétrico de Potência, 3h42 de deslocamento, 20 minutos na base, nenhum frame obstruído. Os quatro índices resumem o julgamento. E a não conformidade que a análise apontou aparece ali mesmo, marcada como descartada por uma pessoa.

Tela real do Auditus. Nome e matrícula cobertos para proteger os trabalhadores. Toque na imagem para abrir em tamanho real. Quanto do dia foi trabalho de verdade?
A conta que ninguém consegue fazer assistindo vídeo.
633 minutos filmados. Trabalho efetivo no SEP: 23%. Presença sem atividade e deslocamento somam 72% do dia. Esse número não existe em planilha nenhuma hoje, porque ninguém tem como assistir dez horas de gravação por equipe, todo dia.

Tela real do Auditus. Nome e matrícula cobertos para proteger os trabalhadores. Toque na imagem para abrir em tamanho real. O que a máquina concluiu, e por quê?
Um veredito por jornada, com a justificativa escrita ao lado.
Aqui o semáforo é crítico, e a tela diz o motivo sem eufemismo: adesão de filmagem em 24%, conformidade em 33%, duas não conformidades de risco. Repare na linha do GPS: quando a localização não pôde ser obtida, o sistema declara que não pôde. A máquina relata o fato, inclusive quando o fato é o próprio limite dela.

Tela real do Auditus. Nome e matrícula cobertos para proteger os trabalhadores. Toque na imagem para abrir em tamanho real. Deslocamento é estimativa ou medição?
A jornada no mapa, minuto a minuto.
A trilha do dia com as mesmas cores da linha do tempo: base, deslocamento, trabalho efetivo. É daqui que sai o tempo de estrada, e é por isso que ele não se discute em reunião. O GPS entra no nível do evento e da cena, nunca queimado em cada frame.

Tela real do Auditus. Nome e matrícula cobertos para proteger os trabalhadores. Toque na imagem para abrir em tamanho real. Isso fecha, ou vira relatório?
A mesa de cobrança e o ciclo inteiro, à vista.
Quem tem não conformidade em aberto, quantas venceram e qual é o pior atraso. E o funil, que é o que separa gestão de arquivo: confirmadas, escalonamentos, fechadas, reabertas. Descartada nunca conta como fechada, porque descartar é dizer que não procedia, não é dizer que foi tratado.

Tela real do Auditus. Nome e matrícula cobertos para proteger os trabalhadores. Toque na imagem para abrir em tamanho real. Quanto isso me custa?
Uma linha por jornada, e o motivo quando o consumo sobe.
O extrato mostra cada jornada analisada e quanto ela consumiu. Quando um evento custa mais que o padrão, a linha diz por quê: aqui, mais um por GPS desligado ou insuficiente. Consumo rastreável, evento a evento.

Tela real do Auditus. Nome e matrícula cobertos para proteger os trabalhadores. Toque na imagem para abrir em tamanho real.
Como funciona
Da filmagem à decisão, sem esforço da sua equipe.
Quatro passos, do campo à gestão. A análise é pós-jornada: nada exige atenção em tempo real, e nada escapa da revisão.
- Passo 01
A equipe filma
Com a bodycam ligada, o trabalho é registrado no campo, sem mudar a rotina de quem está em atividade.
- Passo 02
Ingressus envia
Ao fim do turno, as gravações sobem com segurança para a plataforma. Um gesto simples, feito pela própria equipe.
- Passo 03
Mens analisa
A inteligência lê as imagens, classifica cada cena e identifica EPI, EPC, risco e não conformidade. Semanas de trabalho, em horas.
- Passo 04
A gestão age
Você recebe alertas, evidências e painéis prontos. A decisão fica com quem sempre deve tomá-la: as pessoas.
O ciclo que fecha
Achar não é resolver. O que separa gestão de arquivo é o que acontece depois.
Um dashcam com painel te mostra ocorrências. O Auditus persegue cada uma até ela fechar com prova, ou até alguém assumir por escrito que ela não procedia.
Apontadaquem age: a máquina
A análise lê a jornada cena a cena e aponta o que destoa: falta de EPI, procedimento fora de padrão, risco no entorno. Aponta, e para por aí. Nenhuma não conformidade nasce confirmada.
Em revisãoquem age: uma pessoa
Uma pessoa assiste o trecho e decide. Aqui não corre prazo, de propósito: pressa na revisão é o que produz acusação errada. É também onde o cross-check derruba o falso positivo do risco grave.
Confirmadaquem age: uma pessoa
Confirmada, ela ganha dono pela matriz de responsabilidade e prazo contado em dias úteis do regime daquela equipe. Quem trabalha 12x36 não tem o mesmo dia útil de quem trabalha 5x2, e o prazo respeita isso.
Em tratamentoquem age: uma pessoa
O responsável registra o plano de ação e o que foi feito. Se o prazo vence sem tratamento, o sistema escalona sozinho para o nível acima, sem depender de alguém lembrar de cobrar.
Em verificaçãoquem age: uma pessoa
Outra pessoa confere se o que foi registrado resolve mesmo. Quem trata não verifica o próprio tratamento, e é por isso que reabrir existe e acontece.
Fechadaquem age: uma pessoa
Fecha com evidência anexada e o nome de quem verificou. A partir daí ela é prova de que a empresa soube, agiu e comprovou, com data.
O mesmo ciclo, na tela.
O plano que alguém escreveu, com dono e prazo. E o rastro do que aconteceu, com hora.


Descartada nunca conta como fechada.
Descartar é dizer que a não conformidade não procedia. Fechar é dizer que ela foi tratada. Se as duas caíssem na mesma conta, bastaria descartar tudo para o painel ficar verde, e o número deixaria de significar qualquer coisa.
Sem prova filmada, não fecha.
Fechamento exige evidência anexada e o nome de quem verificou. É a diferença entre um registro que sustenta a empresa numa perícia e um campo de texto que alguém preencheu com pressa numa sexta-feira.
Menso motor de inteligência
Ele enxerga o que ninguém teria tempo de ver.
O Mens lê a filmagem quadro a quadro e reconstrói a jornada inteira: separa cada cena, verifica EPI e EPC, e identifica risco e desvio de procedimento à luz das normas do setor.
Não substitui a supervisão humana. Caminha ao lado.
O Mens organiza, prioriza e aponta. A decisão fica com quem é responsável, agora com contexto e evidência na mão.
Cenas
cada minuto classificado: base, deslocamento, trabalho, pausa. A jornada inteira, legível.
EPI e EPC
verificação do uso de proteção individual e coletiva, equipe a equipe, atividade a atividade.
Risco e não conformidade
desvios de procedimento e perigo sinalizados à luz da NR-10 e da NR-35.
Cross-check no risco grave
dois provedores de IA confirmam de forma independente antes de um alerta crítico sair.
O que o Auditus entrega
Quatro frentes, a partir das mesmas imagens.
Segurança
Risco e desvios identificados a tempo de corrigir, antes que virem acidente. A vida acima de qualquer meta.
Conformidade
Aderência à NR-10 e à NR-35 acompanhada de perto, com registro pronto para auditoria da concessionária.
Evidência
Cada cena vira prova consultável: o que aconteceu, quando, onde, com contexto. Defensável e auditável.
Produtividade
Tempo de base, deslocamento e trabalho efetivo medido com clareza, sem palpite, para gerir melhor.
Na prática
As três perguntas de quem já comprou câmera com inteligência artificial e se queimou.
São perguntas justas, e a gente prefere dizer elas em voz alta a esperar que você descubra sozinho depois de assinar.
Quantas horas por dia alguém vai ter que ficar olhando isso?
Nenhuma. Não existe tela para vigiar, e essa é a diferença mais importante entre o Auditus e a geração de câmeras com inteligência artificial que este mercado já comprou e enterrou. Telemetria e câmera de fadiga não morreram por falta de tecnologia: morreram de alerta demais chegando para gente de menos, sem dono e sem prazo.
O trabalho aqui não é assistir vídeo. É abrir uma lista, de manhã, com os itens que já passaram por revisão humana, cada um com responsável e prazo. Quem não tem item aberto não tem o que fazer no sistema naquele dia.
Se a análise é depois da jornada, então isso não evita acidente.
Alerta em tempo real só funciona se existir alguém olhando em tempo real, e foi exatamente isso que quebrou na geração anterior. A escolha pela análise pós-jornada é deliberada, e ela troca reflexo por cobertura.
Acidente grave quase nunca é evento isolado. É padrão que se repetiu por semanas sem ninguém conseguir ver a repetição, porque ninguém tem como assistir dez horas de gravação por equipe, todo dia. Amostragem não encontra padrão. Cobertura de cem por cento da jornada encontra.
O que previne não é o alerta que apita. É a não conformidade recorrente, fechada com prova, antes de o padrão virar ocorrência.

E se a minha equipe simplesmente não ligar a câmera?
Acontece, e o sistema mede. Adesão de filmagem é um dos índices da jornada, ao lado de conformidade e produtividade, e ela aparece baixa quando está baixa. Nos primeiros meses esse costuma ser o número mais feio do painel, e é o mais útil.
Preferimos declarar isso a fingir que o problema não existe. Um fornecedor que esconde a adesão entrega painel bonito e deixa você descobrir o buraco no terceiro mês, quando precisar da evidência e ela não estiver lá.
Confiança e conformidade
Você já filma hoje. O passivo de saber já existe.
Imagem de trabalhador em jornada é dado pessoal, e em certos contextos é dado sensível. A sua operação já grava isso, muitas vezes sem controle de quem assiste, sem prazo de guarda definido e sem prova de que agiu. Conhecimento documentado sem ação corretiva é justamente o que sustenta ação regressiva.
O Auditus não cria esse passivo. Ele transforma o que já existe em processo defensável.
O que a equipe ouve antes da primeira câmera
A filmagem não vira acusação sozinha. Quase toda não conformidade nasce em revisão, sem prazo correndo, até uma pessoa confirmar. Toda parada com motivo se declara com uma placa impressa e sai da conta. Quem trabalha certo ganha a testemunha de papel dele. E quando o achado aponta para a chefia, ele segue a mesma matriz de responsabilidade que vale para todo mundo, sem atalho.
A base legal da filmagem é da sua empresa: lei, acordo com o sindicato e contrato de trabalho. O que entra junto com o software é o material da conversa, pronto para imprimir: preleção para o DDS, cartazes, guia de filmagem, cartão de bolso e termo de entrega da câmera.
Sem reconhecimento facial
A identificação é por contexto, uniforme e cadastro do evento. Nunca pelo rosto da pessoa.
Quem acessa o quê
Sete papéis com escopo por regional e por base, aplicados no banco de dados e não na tela. Todo acesso fica registrado.
A análise não treina nada
O vídeo não treina modelo de ninguém e não fica retido no provedor de inteligência artificial.
Localização minimizada
O GPS vive no nível do evento e da cena. Nunca queimado em cada quadro da imagem.
Isolamento entre clientes
Cada cliente é um espaço isolado no banco, com negação por padrão e um portão que reprova qualquer alteração de código que fure esse isolamento.
Privilégio mínimo
A aplicação só lê a mídia. Escrever é privilégio exclusivo do processamento, com credencial separada.
Retenção com data, não com adjetivo.
Guardar para sempre é passivo. Guardar sem prazo escrito é pior, porque ninguém sabe responder quando perguntam.
- Vídeo brutoregra de expiração no armazenamento, não promessa de processo
- 90 dias
- Dados do evento, com os quadros da análisecom exclusão completa ao fim do prazo
- 24 meses
- Cópia congelada de um eventoprova só sai por gesto explícito e registrado
- sem prazo
Quando o vídeo bruto sai de linha, a não conformidade continua inteira: ficam os quadros que sustentaram a análise, o tratamento, a evidência de fechamento e o nome de quem verificou.
Onde o dado fica, e quem processa.
O Auditus roda sobre provedores internacionais, e parte do tratamento acontece fora do Brasil. Declaramos isso porque é a verdade, e porque a sua área de compras vai perguntar antes da sua área de segurança.
- Armazenamento de mídia, filas e processamento
- Cloudflare
- Banco de dados
- Neon
- Autenticação e gestão de acesso
- Clerk
- Hospedagem da aplicação
- Vercel
- Cache e controle de fila
- Upstash
- E-mail transacional
- Resend
- Monitoramento de erro e de uso
- Sentry e PostHog
- Modelos de visão
- Google e Anthropic
Se chegar uma ordem judicial.
Avisamos o cliente antes de entregar qualquer coisa, salvo quando a lei proibir o aviso. Entregamos apenas o que a ordem especifica, nunca o acervo inteiro. E o pedido, o que foi entregue e quem autorizou ficam na trilha de auditoria, disponíveis para o cliente.
Quem contrata, e por que a Conecta não vê o seu dado.
Quem contrata, fatura e responde pelo Auditus no Brasil é a Auditus Brasil Ltda, com sede em São Paulo. A Conecta é cliente do Auditus, como qualquer outra prestadora, e não tem acesso a dado de terceiro. Cada cliente é um espaço isolado no banco, com política de negação por padrão e portão de isolamento em toda alteração de código. Nenhum comparativo entre clientes é produzido sem autorização escrita de cada um. A confidencialidade é contratual.
Por que existimos
Atrás de cada imagem existe um nome.
Todo dia, antes de o Brasil acordar, alguém sobe no poste e enfrenta a altura, a tensão, o risco que não avisa. E em casa, alguém espera o barulho da chave na porta.
O Auditus não nasceu para vigiar. Nasceu para cuidar.
Um olhar que não toma o lugar de ninguém e caminha ao lado de quem protege.
Porque nenhuma meta vale uma vida, e todos têm o direito de voltar para casa.
Começar a conversa
Duas operações diferentes chegam aqui por motivos opostos.
Uma compra defesa e custo evitado. A outra não compra, exige, e precisa provar que a segurança chega ao campo terceirizado. Diga qual é a sua e a conversa começa no lugar certo.